Mais uma vez fui desafiado para escrever um artigo… algo que acho muito importante e desafiador, isto porque não deixa de ser uma opinião, um overlooking de um ser que vive e respira o rock.
A importância do rock?
Será que alguma vez o rock nasceu ou morreu? Acho que nem uma ou outra terá resposta… isto porque o rock já nasceu connosco e nunca morrerá… acho até que é algo eterno e que por muitos e brilhantes artistas de variadas descendências e etnias mostraram que ao longo dos anos, para além da linguagem universal que era a música, haveria várias diversidades em termos musicais que iriam demonstrar a sua poli- linguística carácter capacidade de ser universal. Uma delas era o rock… o rock está vivo, recomenda-se e é altamente biónico! É original, profundo aqueles que o praticam não o compraram na farmácia nem tiveram receita para tal .. nasceu com eles. O rock é que nos descobriu, não fomos nós.. é algo que sabemos que nos suga a alma e enquanto não o exteriorizarmos não o conseguimos respirar. Uma das almas que nos ajudou a transpirar oxigénio nesta ponte foi o grande David Bowie que por felicidade dos fãs de uma grande banda como os Queen criaram o tema Under Pressure e alimentaram os milhares de fans que do rock serviriam para o seu santuário musical. No caso específico dos Queen, quebraram barreiras com o Bohemian Rapsody onde os 3 minutos impostos pela lei dos ouvintes e dos maiores produtores que diziam que era ditadura, eles foram um dos exemplos em que as regras eram ser quebradas. O grande tema foi criado num momento em que embora já tivesse sido outrora desenhado pelo Freddie Bulsarq (depois conhecido e imortalizado com o nome de Freddie Mercury) só viria a demonstrar que haveria muito mais para desenhar e desenvolver num mundo platónico chamado: ROCK.
É infinito o mundo que onde me baseio para este artigo inspirado num dos maiores grupos e que marcaram principalmente a década de 80/90 chamados Queen. Sou suspeito, sou super fã e quem me conhece sabe bem do que falo. O rock é imortal e este grupo no qual presto homenagem é um perfeito exemplo de um quadro de Leonardo da Vinci que pela sua genuinidade ficará imortal pelas suas raízes e originalidade. O rock é algo que é uma “intro-transfusão” não se consegue incutir a quem não respira um pouco de generalidade da música global. Rock é vida, rock é viver, rock é história, presente e futuro! Viver é rock, viver é presente e sem rock viver não seria igual! Da mesma forma que o acho e defendo, assim farei por o imortalizar no dia 12 de novembro no Europarque em Santa Maria da Feira com um concerto para revitalizar o rock, Queen, mentes e legados. Aqui deixo o meu convite a todos a reviver a essência do porquê o rock continua imortal e sem explicações para muitos dos imortais! Só se vive uma vez!





